segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

a música que vem do coração *

O tempo,
Anestesia a ausência.
A ausência apaga a tua voz,
desfoca a tua imagem,
no meu coração.
Coração este,
que te vai guardando
na gaveta das impossibilidades,
dos sonhos perdidos,
das promessas falhadas.
Inconscientemente,
memórias vivas e dispersas
flutuam ainda,
num pensamento confuso,
num coração que
baixinho, ainda toca
a tua música.

sábado, 19 de dezembro de 2009

a outra face do Inverno









Não é o tempo lá fora que está confuso e gelado.

Não são as árvores que estão nuas de sentimentos.

Não são as ruas que estão vazias.

A tempestade não é lá fora.

É no coração.



No lado esquerdo do meu peito,

é Inverno o ano inteiro.


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

a vida continua *

Levanto-me da tempestade. Visto-me de forte.

A nossa felicidade não depende dos outros, depende de nós próprios.
A nossa felicidade nao depende dos outros, depende de nós próprios.
A nossa felicidade não depende dos outros, depende de nós próprios.
A nossa felicidade não depende dos outros, depende de nós próprios.
A nossa felicidade não depende dos outros, depende de nós próprios.
A nossa felicidade não depende dos outros, depende de nós próprios.
A nossa felicidade não depende dos outros, depende de nós próprios.
A nossa felicidade não depende dos outros, depende de nós próprios.

domingo, 25 de outubro de 2009

O Dia Que Faltava


E o tempo te dirá
para estares junto de mim
para continuares a procurar
até nada mais haver a esconder..
Então deixa as ruas que te fazem ser
aquilo que não queres ser
deixa as ruas que te fazem amar
quem não queres realmente amar.
O tempo disse-me
que é dificil encontrar alguém como tu
uma cura atormentada
para um espírito cheio de problemas.
E o tempo disse-me
para não pedir mais
porque um dia o nosso oceano
encontrará a sua margem.


Fabio Volo


terça-feira, 28 de julho de 2009

Que estranho destino é o meu que apenas me consente paixões ardentes e me faz esgotar em amores improváveis.


José Manuel Saraiva

sábado, 11 de julho de 2009



Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo.
Mal de te amar neste lugar de imperfeição
Onde tudo nos quebra e emudece
Onde tudo nos mente e nos separa.
Sophia de Mello Breyner Andresen


Hoje os sentimentos esconderam-se atrás destas palavras.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

*

Às vezes tropeço nas palavras e nos sentimentos. Quero-te dizer tudo ao mesmo tempo. E não consigo.