Esta é a minha casa :)
"Quando toda a sua verdade e dimensão nos rebentam em cima como a força da onda que explode ao bater no rochedo."
quarta-feira, 18 de abril de 2012
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A Estrela
No céu
O seu brilho inalcançável
Ilumina a escuridão
Devolve a luminosidade
Do rosto sombrio.
Aclara os caminhos da vida,
Afastando as almas maliciosas
dos perdidos.
A guia da nossa solidão.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Mistérios da alma
Difícil é ver o que se rejeita
Sentir o que não se quer
Compreender,
o que não se consegue ver.
Difícil,
Esta cega vida
Que o tempo suga
E não devolve.
Difícil será
Recuperar a jovem alma
Que tudo vê
Que tudo sente
Que tudo vive
Difícil é o tempo
Que se perde
Na atmosfera dos enganos.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Never be the same *
(...)
I can see, I can still find
you're the only voice my heart can recognize
But I can't hear you now
I'll never be the same I'm caught inside
the memories of promises of yesterdays
and I belong to you
I just can't walk away 'cuz after loving you
I can never be the same
And how can I pretend to never
know you like it was all a dream? No
I know I'll never forget the way I always felt
with you beside me, and how you loved me then
(...)
You led me here, then I watched you disappear
You left this emptiness inside and I can't turn back time
I can never be the same
I will never be the same
I just can't walk away
No I can't walk away from you.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A escolha *
Goldfrapp
Cocorosie
Portishead
Dan Auerbach
Simplesmente tranquilizante e inspirador. A música - sem dúvida - pode ser o remédio para muitos estados de espírito. A verdade, é que me influência. De tal forma, que me anestesia numa atmosfera apaziguadora - respirável, a anos luz do mar das tormentas - onde se prolongam longos segundos de reflexão.
A escolha. Gosto muito. Depois de uma longa semana. Simplesmente tranquilizante e inspirador.
( De volta à leitura compulsiva )
Sei lá, acho que nunca me custou tanto escrever como agora. As palavras ficam agarradas às pontas dos dedos. Penso em tudo. Tenho tanto por dizer. Sinto-me cheia. A minha memória rebenta pelas costuras. Não me quero esquecer. Mas nada transborda para aqui, para este quadrado branco a minha frente, que tantas vezes me segurou e ouviu as minhas palavras silenciosas, todas elas. As tristes, as felizes, as mais furiosas. (Apesar das tristes, ganharem com a maioria).
A felicidade faz-me escrever. A tristeza também. Hoje não me sinto. À semanas que não me sinto. Não escrevo. Nada me sai. As palavras. Estas continuam agarradas. Agarradas às pontas dos dedos.
(Desculpa Susana. Queria confortar-te.
Mas não consigo. Talvez amanhã. Outra tentativa.)
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